terça-feira, 25 de setembro de 2012

FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO. - MEDITAÇÃO



(Manso como as pombas, mas cauteloso como as serpentes)

"Guardai-vos, não façais as boas obras diante dos homens, com o fim de serdes visto por eles, de outro modo não recebereis a recompensa de vosso Pai que está nos Céus.

Quando pois derdes esmolas, não façais tocar a trombeta diante de vós, como praticam os hipócritas nas sinagogas, e
 nas ruas, para serem

Honrados dos homens, em verdade vos digo, que eles já receberam a sua recompensa.

Mas quando derdes esmolas, que não saiba a vossa mão esquerda o que faz a direita. Para que a esmola fique escondida, e vosso Pai que vê o que o que vós fazei em secreto, vos pagará"
 (MATEUS)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA - (JO 8:7) - É FORTE!

Atire a Primeira Pedra

Sergito de Souza Cavalcanti

VII

A tendência do homem é acusar e condenar os outros ao invés de olhar para seus próprios defeitos. É colocar-se numa atitude de superioridade e do alto de seu orgulho, apontar pecados alheios e pedir para eles a sentença da condenação. Ouve-se por aí: os outros estão errados, nós é que estamos certos.
Quem somos nós para julgar os outros? Para apedrejá-los com nossas acusações descaridosas? Deixemos à Deus o julgamento e aprendamos do próprio exemplo de Jesus a condenar o pecado e salvar o pecador.
Quando alguns fariseus e escribas repletos de ódio e despeito acusaram a mulher adúltera exigindo seu apedrejamento, o Mestre ergue-se e diz: “O que está puro entre vós atire a primeira pedra”(Jo 8:7). Com essa postura devolve a eles o julgamento da mulher adúltera. A lei de Moisés previa o apedrejamento da mulher flagrada em adultério. A indagação daqueles fariseus se deviam ou não apedrejar a adúltera era uma autêntica cilada. Se o Mestre sentenciasse: “Podem apedrejá-la”, estaria negando todos os ensinos misericordiosos de sua doutrina. No entanto, se dissesse: “Não devem matá-la”, seria imediatamente acusado perante às autoridades como desrespeitador da Leis Mosaicas, o que na época constituía-se em falta grave e verdadeira heresia. A cilada estava preparada. A trama estava bem urdida, o plano tinha requintes de astúcia e não podia falhar. Aparece, então, a sabedoria do Mestre Divino: nem manda que eles cumpram a lei e apedrejem a mulher e nem se coloca contra a lei, condenando a lapidação. Em vez dessas duas alternativas, a primeira vista inevitáveis, lança-lhes um desafio: “Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”(Jo 8:7). “E eles se foram retirando envergonhados um a um, a começar pelos mais velhos” (Jo 8:8)
Quanto mais evoluído é um espírito, tanto maior é sua capacidade de perdoar. Quando perdoamos e amamos somos envolvidos pelo amor, quando não perdoamos e odiamos, somos envolvidos pelo ódio. É uma lei imutável. Se semearmos perdão, colheremos tolerância.
Reprovar infelizmente é a ação que mais praticamos. Condenar, torna-se mais fácil que ser solidário. Aceitar o erro como um possível caminho para o acerto é muito difícil, no tribunal injusto de nossa personalidade egoísta. Nossa tendência é sempre ver o erro nos outros e nunca em nós mesmos. Ao invés de acusar, deveríamos estar prontos para entender a fraqueza de nosso semelhante, pois também, nós muito erramos. Conforme o próprio Cristo afirmou: “Quem tiver sem pecado, que atire a primeira pedra” (Jo 8:7)


http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/sandalo/sandalo-07.html


Bom dia, amigos, muita paz!
Profª Luiza Pinto Moura

domingo, 23 de setembro de 2012

ELEITORES NÃO SE ILUDAM -MEU PAI DIZIA:" VOLTE EM CINTRA E MENDONÇA" PARA QUE ELES TRABALHEM POR BELO JARDIM E ACABEM COM ESSA BRIGA, MAS O ÚNICO QUE ESTÁ PEDINDO PAZ, HOJE, É JOÃO MENDONÇA


ATUALIZADO 7 HORAS E 15 MINUTOS , EM 09/10/2012 - NA CIDADE QUE TEM UM NOVO PREFEITO: JOÃO MENDONÇA BEZERRA JATOBÁ

MEU PAI DIZIA: "VOLTE EM CINTRA E MENDONÇA PARA QUE ELES TRABALHEM POR BELO JARDIM E ACABEM COM ESSA BRIGA". -Um, que Deus o tenha, o outro está vivo, então acreditei que haveria neste instante a concórdia, mas, do lado de Zé Mendonça ficaram Mendonça Filho e João Mendonça Bezerra, lideranças políticas do Estado de Pernambuco, de acordo com o as histórias e boatos (Terra de Marocas, tem que ter fofoca), o pote rachado, NESTA HISTÓRIA  FOI  JOÃO QUE  SE AFASTOU, PORÉM ELES NÃO CITARAM QUE ELE SE AFASTOU PARA QUE HOJE MAIS UMA VEZ ESTEJA DO LADO DO POVO DE BELO JARDIM QUE CALOROSAMENTE NAS RUAS GRITA: – VOLTA, JOÃO!

Aos poucos João foi conquistando os belojardinenses, espalhando sua alegria e trabalhando com o povo e pelo povo. E incomodando muita gente, por não aceitar compartilhar com pensamentos contrários que não eram para o povo, nem pelo povo. Ontem as ruas de Belo Jardim demostrou mais uma prova de carinho e confiança a João Mendonça e Cristiano Cabeludo, mas vocês conhecem a história do POTE RACHADO?

ANALISE COMO SE ENQUADRA AO CANDIDATO A PREFEITO, JOÃO MENDONÇA – ESSE QUE FAZ A DIFERENÇA.

 Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.  Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer. 
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço: 
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê? Perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. 
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Autor desconhecido


REFLITAM!
 “O que está puro entre vós atire a primeira pedra”(Jo 8:7).

BOM DIA, MEU POVO,
BOM DOMINGO!
Profª Luiza Pinto Moura

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

NOSSA AULA DE HOJE -O BEIJA-FLOR E O INCÊNDIO - 7º ANO A



 Havia um grande incêndio na floresta. As chamas se elevavam a uma enorme altura e as árvores começavam a ser pouco a pouco destruídas pelo fogo.
Os animais, apavorados, corriam em busca de abrigo, fugindo desesperadamente da catástrofe. Enquanto isso, um pequenino beija-flor voava velozmente até o rio, pegava no minúsculo bico uma gota de água e trazia-a até a borda da floresta, deixando-a cair sobre as chamas. Observando o vai-e-vem da ave, uma coruja velha e ranzinza que ia passando por ali o interrogou:
- O que você está fazendo, beija-flor?
- Não está vendo? Estou trazendo água do rio para apagar o incêndio antes que ele destrua toda a floresta – respondeu à avezinha.
- Você deve ser maluco – disse a coruja. – Não está vendo que é impossível apagar esse incêndio enorme com essa gotinha de água?
- Sei disso – o beija-flor falou. – Estou apenas fazendo a minha parte.
(Autor Desconhecido)

PODEMOS FAZER A DIFERENÇA:

1- SE VOCÊ RECEBESSE UM DOM, O QUE MUDARIA NA SUA CIDADE?
1.1 EDUCAÇÃO
1.2 SAÚDE
1.3 SANEAMENTO BÁSICO
1.4 CALÇAMENTO E ASFALTO NAS RUAS
1.5 A FEIRA LIVRE - REORGANIZAVA
1.6 OS PREÇOS DAS ROUPAS - COMÉRCIO LOCAL


2.O QUAIS ESTRATÉGIAS VOCÊ USARIA PARA FAZER ESSA TRANSFORMAÇÃO?

3.O QUAIS SERIAM OS MAIS BENEFICIADOS? COMENTE.

4.O AGORA USANDO AS SUAS RESPOSTAS, FAÇA SEU TEXTO E O APRESENTE AO GRANDE GRUPO.


A aula foi por demais interessante, na questão 1.0, as respostas foram dos alunos.
É só começar...

" Quando a gente não quer, qualquer desculpa serve"
Profª Luiza Pinto Moura


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

ESPIRITAS NA POLÍTICA - Será que o espírita está impedido de exercer alguma função política?



Paulo Roberto Santos
É por demais conhecida a resistência dos espíritas em tratar de questões políticas dentro ou fora dos centros. A política, em virtude de Ter se convertido em campo fértil para a ação de aproveitadores e espertalhões de todo tipo, passou a causar desinteresse por parte daqueles que por uma razão ou outra não concordam com tal estado de coisas, embora na prática, nada façam para mudá-lo.

Há muitos equívocos, ignorância e falso moralismo quando se fala em política. Confunde-se politiquice, politicagem e politicalha com a arte da política, a ciência política, voltada para a gestão do interesse coletivo dentro das normas e princípios éticos extremamente importantes para a vida de relação.
É verdade que a política partidária vai de mal a pior. Com o afastamento dos grandes estadistas da função pública, por velhice, morte, desinteresse descrença, etc., o campo fica livre para os corruptos e corruptores que se valem do poder e prestígio dados pela posição para favorecimentos pessoais, de amigos, empresas, etc.

No entanto, existem (ainda bem) bons políticos dirigindo os interesses da nação. São poucos e para aumentar seu número deveríamos passar do estágio da indignação para o da ação.
Para isso é preciso rever conceitos, concepções e idéias acerca da função pública e retomá-la como atividade saudável para saneá-la em seus procedimentos e objetivos.

Será que o espírita está impedido de exercer alguma função política?

Não há em lugar algum da codificação alguma referência que descredencie a política como atividade humana necessária à vida social ou que a apresente como algo que degrade o ser humano, que o rebaixe de alguma forma. Existem, sim, textos vários que, se lidos de uma perspectiva política, podem fornecer preciosos subsídios para aqueles que desejem atuar formal ou informalmente na vida pública. A terceira parte de O Livro dos Espíritos, por exemplo, que trata das Leis Morais, vários textos inseridos em Obras Póstumas (como As Aristocracias) e mesmo em O Evangelho Segundo o Espiritismo.
A verdade é que a vida social exige a convivência política, própria da “polis”, lugar onde vivem os cidadãos. E o Estado tornou-se uma necessidade, tanto quanto a estrutura burocrática e os partidos e respectivos representantes, apesar de todas as merecidas críticas.
Será que o espírita está impedido de exercer alguma função política? Do ponto de vista doutrinário, certamente não. Éuma atividade como outra qualquer, com seus tropeços e dificuldades, exigindo habilidades e vocação. A rejeição generalizada da política dentro do movimento espírita deve-se à nossa formação basicamente religiosa e mística, raiando o pieguismo e, principalmente, a preconceitos totalmente infundados. Poucos seriam capazes de justificar racionalmente, razoavelmente e doutrinariamente, porque não participar da política partidária, da defesa dos interesses da nação e do bem comum. Na verdade, é mais cômodo deixar que outros se ocupem dessas tarefas estressantes, comprometedoras e de alto risco. Dentro dessa lógica, como melhorar a vida social, se aqueles que poderiam levar conceitos e parâmetros novos para as deCisões nas Câmaras de Vereadores ou Assembléias Legislativas, se limitam a fazer coro com os críticos de plantão?
A Doutrina Espírita tem muito a oferecer para a vida pública através de eventuais representantes, influenciando na elaboração de novas leis, inibindo a ação de aproveitadores através de posturas mais éticas, sem concessões perigosas, com discursos moralizadores (e não falso moralismo), que mostrem que - há alternativas, novas possibilidades e novos caminhos.
Quem poderia, afinal, tornar-se um candidato às eleições e assumir um cargo de representatividade na esfera partidária? Qualquer espírita, homem ou mulher, com boa formação doutrinária, alguma experiência de vida, boa saúde física e emocional, bom nível de cultura geral, boas idéias e algum carisma, além de facilidade de expressar-se por escrito ou verbalmente. Convém lembrar que a função política tornou-se uma função técnica onde só a boa vontade não basta. Uma equipe de apoio, coragem para o exercício do mandato e, certamente, a Providência Divina não faltará com o restante. Cuidado especial deve ser tomado na escolha do partido político. Uma escolha errada pode por tudo a perder já que os partidos representam interesses de parcelas da população, de grupos sociais e até de setores empresariais. Deve-se buscar o partido que mais se aproxime, em sua plataforma de trabalho, do ideário espírita. Certamente não serão os partidos de direita, ligados a setores conservadores e retrógrados das oligarquias, urbana ou agrária.
O assunto é polêmico sem dúvida, mas merece reflexões por parte daqueles de mente mais aberta e que já se cansaram de ver as coisas se repetindo. Gente mexendo em tudo para não mudar nada e a miséria se alastrando como uma praga. Há uma boa bibliografia espírita para subsidiar as reflexões dos interessados como:

Filosofia Social Espírita (FEB) e O Plano Social de Deus (Edicel), ambos de Ney Lobo. Espiritismo e Formação Política, de nossa autoria (EME Ed.), Parapsicologia e Materialismo Histórico de Humberto Mariotti (Edicel), e os textos citados da Codificação, para mencionar apenas alguns. Espíritas na política sim. Por que não?
REVISTA ESPÍRITA DE CAMPOS – NO. 51 jul/ago/set 99

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

ELIZETE, UM ANO DE SAUDADES - FAMÍLIA PINTO MOURA


Quatro de setembro fez um ano que partistes,
Deixastes saudades, problemas que se acabaram aqui na terra
Filhos que se desencontraram, mas Deus é o mesmo.
Que Ele tenha piedade de ti .
Saudades,
Muita Paz!
ELIZETE FRANCISCA DOS SANTOS
*19/03/1974
+04/09/2011